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São mil momentos de Julián Calero desde que no dia 27 de setembro, rouco após o primeiro contato com o elenco do FCCartagena, apareceu diante da mídia e da cidade com seu já famoso: “Deixe-os procurar outra pessoa, porque esse time vai sair. Não vai ser fácil, engana-se quem pensa que isso pode ser feito em três dias”, disse. anunciado com a máxima contundência. Foi a primeira promessa séria e Calero é o que eles cumprem.

Desde então ele se tornou o chefe. Conquistou o respeito de seus jogadores, da imprensa e Exerceu a sua influência para colocar o público no bolso e curiosamente os resultados não chegaram de forma esmagadora, mas a sua forma de proceder o apoiou nos piores momentos. Publicamente nunca baixou os braços e a equipa não estava fora da despromoção desde a quarta jornada e este fim-de-semana disputa-se a quarta, mas da segunda eliminatória.

Um técnico didático e também combativo

É claro que Calero é um homem com alma de filósofo, algo que no caso dele não é incompatível com ser um trabalhador esforçado. Tudo começou ativando el limpador de pára-brisa e depois fez com que todos olhassem através de um vidro que agora está limpo e com um certo brilho. Ele disse que era preciso dar mais ao futebol para retribuir e durante esses meses foi treinador, psicólogo, porta-voz, secretário técnico e mais alguma coisa.

Seu discurso nunca demonstrou fraqueza. Não gostou de perder, mas transformou essa raiva e continuou aplicando sua forma particular de ver o futebol e a vida. Apesar de não ter uma grande sequência, era respeitado e sempre deixava algum momento bacana.




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